sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

"[...] Em um momento de exigência exagerada, na tentativa de permutar com o que ainda lhe restara, cochichou para si mesma enquanto saia do Box.
– Vamos, amor-próprio, alimente sua graça pelo menos até o final do dia. Cá estou eu... Não corte as cordas, não me deixe cair."

Autora: Dayanna Lima
Trechinho do livro



quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

"[...] O amor não lhe servira mais. Às vezes que se propusera a amar foram perdidas, deixando seus tímidos passos sob a superfície da desilusão. E o que lhe pertencia por direito, desmoronou bem na sua frente sem que estivesse preparada para suportar tamanha perda. Agora as aflições reinavam em seu castelo de vidro e já não pudera ver totalidade em um mundo fragmentado pela insegurança de tudo o que é efêmero, transitório, passageiro."
Autora: Dayanna Lima
Breve trecho do livro



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

"[...] Ao tomar um choque de realidade súbita retornou ao tempo presente, a qual abandonara por alguns segundos. No começo quis até desistir, mas já era muito tarde para tal. Decidiu então encarar com louvor o que lhe esperava, apesar de não acreditar no destino estabelecido pelo acaso ou pela sorte. Ela acreditava mesmo no movimento de seus ideais, na força que tinha em si. Dessa forma poderia bloquear os temidos limites que o medo gritava aos ouvidos de sua emoção, um sistema quase inoperante em seu ser."
Autora: Dayanna Lima
Trecho do meu  livro


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

"Ao fechar os olhos, acreditamos dividir um lugar único entre dois mundos não muito distintos, mas que por amor – e por ele somente – reúnem dentro de si o refúgio secreto que emerge do mais sincero toque, tornando a fantasia palpável às singelas mãos do espírito. E assim, nos sentimos acolhidos pela atitude em amar de todo coração, de todo sentido, de todo ser... Livres do peso que o julgo implica às ruínas do que nos restou, pois é possível permanecer firmes – ainda que de joelhos. E mesmo que não consiga ver a luz, feche os olhos e confie. Sua resposta pode estar no silêncio do seu escuro, do meu escuro, do nosso escuro!"
Autora: Dayanna Lima


"[...] O temporal devastou-me e, fora de mim, encontrei águas que retornaram com novidades para o porvir. Agora sou metade do que pensei ser. Sou resto do "eu". Sou deserto. Sou pó. E a sede que eu causei, me afogará [...]"
Autora: Dayanna Lima

Trecho do meu livro


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Alusões

É no campo das "particularidades" que o amor comete, meio que de forma subliminar, as suas alusões. 

Autora: Dayanna Lima 


domingo, 4 de maio de 2014

Vulnerabilidade

O silêncio que implica as balizas da sua dor já não são o suficiente para conter a fragilidade que amedronta o seu ser. E por mais que se deixe invadir pelo desespero e corra para longe do que assombra o seu mundo inconstante, mais cedo ou mais tarde, descobre que correr não adianta mais, pois tornou-se vulnerável a invisível batalha do coração.


Autora: Dayanna Lima



quinta-feira, 17 de abril de 2014

Semente

A vida mostra os caminhos que podem ser trilhados.
A esperança, permite a renovação das forças fragilizadas pelas circunstâncias terrenas
E o amor, quando bem semeado, vive para sempre!

Autora: Dayanna Lima






Formas e Cores